A defesa do Spider também afirma que as outras substâncias proibidas, encontratadas do exame antidoping do lutador são de complementeos que estavam contaminados, foram por conta do uso de remédios para "melhorar a performance sexual".
Anderson Silva testou positivo para substâncias anabolizantes em janeiro deste ano, quando enfrentou o americano Nick Diaz, em Las Vegas, no UFC 183, em duelo que marcava o retorno do brasileiro ao octógono após um ano afastado após fraturar a perna na disputa de cinturão contra Chris Weidman.

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